10 anos a Jogar em Elvas Estes jogos são abertos a todos com mais de 12 anos independente do nivel de jogo. No local os mais experientes equilibram as equipas e todos jogam tempos iguais Datas dos jogos do 1º Torneio : - 16 de Dezembro, Sábado, das 13h.30 às 14h.30 e das 21h:00 às 22h:00 -17 de Dezembro, Domingo, das 13h.30 às 14h.30 Nestas comemorações dos 10 anos a jogar Hóquei no Gelo em Elvas, para que todos se divirtam, pretende-se no máximo 16 jogadores para cada Evento, além dos guarda redes. Ou seja, duas quadras de cada lado (4 x 2) , mais os guarda redes (todos são bem vindos) Observações: Recordamos que por cada entrada no recinto com duração de uma hora pagamos 50 euros_ Importância essa a dividir por quem joga ( dá á volta de 3,5 a 5 euros por jogador !) E como é tradição o atleta mais novo fica responsavel em cada jogo de fazer a cobrança :) É aconsselhavel a quem deseje participar que se equipa com meia hora de antecedência e a fazer o aquecimento fora da pista para se começar a jogar ás 13.30 ou ás 21 horas .. Há optimos Balnearios com duches no Polidesportivo de Elvas onde se realizam os jogos SAUDAÇÕES DESPOTIVAS E33
  ....Será a melhor rota de sempre....

Será a rota mais suave que irei realizar....

Será a rota mais bela que alguma vez idealizei

Gostam do trabalho grafico do Urban Roller e Arquitecto Anton Kharchenko ?..Lindo não é ?
...Será assim a rota... bela e com muitos segredos..um deles é como ver Lisboa de cima sem repar que subimos .....
Simm simmm usaremos também elevadores ... :)

Serão 7 locais...7 maravilhas de Lisboa , que não dizemos, mas que revelaremos no dia...
Á....A PROPÓSITO...em que dia fazemos o passeio ?
Pois....




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. .. Rota por Locais de Culto...! Foi muito bom este passeio.....(ver mais abaixo) Realizei o há 4 anos ainda como BiclaLx Recordo que não conseguia interromper o discurso das diversas autoridades religiosas das várias religiões que nos acolheram com simpatia e por esse motivo o passeio que era para terminar ás 13.30 terminou ás 17.30 ! :)...Foi de facto uma maratona religiosa! E como era inevitavel, com um soberbo pecado a meio a que a Igreja Católica apelida de Gula ! ..Bom..almoçamos Na altura era um organizador de passeios culturais de bicicleta muito paciente.! :) .......Ainda quase que não havia passeios de bicicleta por Lisboa como agora..!. .Amigos da cidade.... é um bom tema! ......... cria benevolência e flexibilidade para com outras religiões diferentes da nossa ! Aqui fica uma sugestão Então: Lisboa como cidade Cosmopolita, de espírito Universalista e de grande dignidade ecuménica, abrigou no seu seio muitas e variadas Tradições e Cultos Religiosos. ROTA por LUGARES de CULTO É um tema que nos estimula e responsabiliza por entrar nos aspetos mais profundos e sensíveis da dignidade humana. Na realização deste passeio, e com esta temática, tomamos por principio uma posição agnóstica sem discriminação ou juízos de valor, com base numa enorme consideração por todas tendências Religiosas e crenças do vasto universo espiritual da cidade. Procurámos tomar conhecimento de todos os Culto Religiosos que se assumem publicamente em Lisboa. Demos igual importância a todos os que descobrimos e que passámos a conhecer. Como tínhamos condicionalismos a ter em conta, como a distancia, o tempo de percurso e a morfologia da superfície da cidade, propusemo-nos ir ao maior numero possível de locais, sobretudo aqueles que marcam um espaço urbano e têm aspetos arquitetónicos impositivos na cidade. Se já nos conhecem sabem que o objetivo destes passeios também é provar e demonstrar que esta cidade, muito bela, pode ser pedalada por pessoas sem muita experiência e que têm receio de sair para a cidade com a bicicleta, mas que acreditam que é um meio de transporte muito prático. Quem anda todos os dias sabe que há de facto muitos perigos que nos espreitam com que nos devemos acautelar (transito, piso irregular, má sinalização, buracos no pavimento). Sabe que Lisboa tem alguns declives acentuados que podemos contornar e que este preço, que até não é muito elevado, proporciona-nos um conhecimento muito mais profundo do que o adquirido com outro meio de transporte motorizado, e cria-nos no corpo uma sensação e um prazer de liberdade incalculáveis. Caminhar a pé não nos leva tão longe e é muito mais penoso. Com base no transcrito acima decidi-mo-nos por visitar os seguintes locais: Centro Ismaelita na Avenida Lusíada, Igreja Evangélica Alemã e a Igreja Maná (Igreja Cristã) na Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, a Mesquita, na Rua da Mesquita, a Sinagoga Shaaré Tikvá na Rua Alexandre Herculano, Igreja Ortodoxa Russa no Convento dos Cardeais na Rua do Século, Igreja Evangélica de Santa Catarina na Travessa do Alcaide, Igreja Católica Apostólica Ortodoxa na Rua das Canastras, Igreja Ortodoxa Romena (Igreja de São Crispim) na Rua de São Mamede, Igreja Evangélica Presbiteriana de Portugal na Rua Febo Moniz, Igreja Adventista do 7º Dia na Rua Joaquim Bonifácio. Depois temos uma ida ao Pão Nosso para reforço físico e, antes de terminarmos na Loja do Sr Luís a Benfica, ainda visitaremos o Templo Hindu Radha Krishna. Além destes 12 locais de Culto Religioso passamos por alguns outros de culto Católico Apostólico Romano. As Igrejas Católicas por onde passamos não estão acima descritas por serem inúmeras (Lisboa tem + de 150 locais de Culto Católico) mas passaremos evidentemente por muitas delas das quais só visitaremos a Sé. No entanto convém referir que por alguns dos edifícios católicos por que vamos passar iremos fazer uma breve reflexão sobre os seus aspetos ao nível do património e das características de estilo arquitetónico, como é o caso de Igreja de Stª Catarina, Igreja Nª Srª da Conceição Velha, Igreja Nª Srª de Fátima, Igreja de Stº António. Conscientes da nossa ignorância nestes vastos aspetos culturais e Teológicos fomos investigar. Como sabem é um mundo muito vasto de conhecimento. E assim, nos 3 locais em que visitaremos o interior, procuramos que estejam guias, "experts" do lugar. Convictos da nossa humildade mas ao mesmo tempo da vontade e desejo de aprender, fizemos uma muito superficial análise que divulgaremos no passeio e que esperamos não fira suscetibilidades, porque fomos sinceros e o mais possível rigorosos na investigação. A constituição Portuguesa atual diz o seguinte no Artigo 41.º Liberdade de consciência, de religião e de culto 1. A liberdade de consciência, de religião e de culto é inviolável. 2. Ninguém pode ser perseguido, privado de direitos ou isento de obrigações ou deveres cívicos por causa das suas convicções ou prática religiosa. 3. Ninguém pode ser perguntado por qualquer autoridade acerca das suas convicções ou prática religiosa, salvo para recolha de dados estatísticos não individualmente identificáveis, nem ser prejudicado por se recusar a responder. 4. As igrejas e outras comunidades religiosas estão separadas do Estado e são livres na sua organização e no exercício das suas funções e do culto. 5. É garantida a liberdade de ensino de qualquer religião praticado no âmbito da respectiva confissão, bem como a utilização de meios de comunicação social próprios para o prosseguimento das suas actividades. 6. É garantido o direito à objecção de consciência, nos termos da Lei. IHRU Mas nem sempre foi assim.... Segundo a Lenda, Lisboa foi fundada pelo Herói mítico Ulisses há mais de 3 milénios. Por ela passaram durante estes anos todos muitas tribos, raças, povos com diferentes religiões e tradições. De acordo com os anais da história Portuguesa, Dom Afonso Henriques numa cerimónia religiosa depois da conquista de Lisboa (1147) com a ajuda dos Cruzados, manda transformar a mesquita existente em Sé Católica. Como todos sabemos do século VIII até 1147 Lisboa esteve sob o domínio Muçulmano. Foi muito tempo que nos influenciou em todos os níveis, quer sociais, económicos, e também religiosos. Depois, toda a Monarquia Portuguesa nas varias dinastias associou o poder secular ao Catolicismo proveniente de Roma... Já ouviram falar da Inquisição? Nos princípios do século XIX o liberalismo e o laicismo crescem na Europa e chegam a Portugal. A secularização da vida social e a espoliação dos bens da Igreja. (A Carta Constitucional de 1822 parece que a acalma!) Com a implantação da República é gerada uma nova e grave crise nas relações entre a Igreja e o Estado. Fátima marca uma época e impõe dogmas! Com o fim da primeira Republica e o Movimento de 28 de Maio de 1926, as relações entre a Igreja e o Estado vieram a normalizar-se, e é consolidada a vida diocesana nomeadamente com Dom Manuel Gonçalves Cerejeira. E com a revolução de 25 de Abril de 1975 ficámos com a Constituição e as Liberdades religiosas que temos hoje e que lemos acima. Todos estes séculos em que o poder político se apoiou no domínio religioso de tendência Católica Apostólica Romana como é natural marcaram os comportamentos, nomeadamente o modo de fazer cidade. Vamos descobrir e perceber que a nível urbanístico as Igrejas Cristãs se impunham e marcavam simbolicamente Lugares no espaço urbano. As cidades são de facto o resultado da concretização nos lugares de pensamento, desejos e ambições criados pelo ser humano e implantados e desenvolvidos ao longo de todo um vasto tempo. Numa cidade com passado se a percorrermos com atenção podemos ler nela a sua historia atraves do tempo em todo espaço por onde a atravessamos. Conscientes de que só nos é possível aflorar superficialmente todos os locais e respetivos cultos, satisfaz-nos a certeza que desse modo também podemos dar pistas para que, quem quiser aprofundar qualquer uma destas religiões, o possa fazer futuramente. Esperemos ficar mais ricos por saber a localização e principais características e conceitos de todos estes locais de Culto. Saímos às 9. 30 horas da loja do Sr Luís. Inscrevam-se até sexta-feira para ficarem com direito a seguro neste passeio. E por apenas X corvos terão direito a um lanche surpresa, a dissertações sobre este tema, e a descobrir locais esplendorosos cheios de Luz e Paz. Caso não tenha bicicleta na Loja das Bicicletas alugam-lhe uma por 10 euros reversível em material à sua escolha no final. Ou seja, não lhe devolvem o dinheiro mas pode comprar algo com aquele valor abatendo esses dez euros na compra... E esta heim?... É fixe!... :-) Para informações detalhadas sobre alguns dos Monumentos que vamos visitar podem consultar o SIPA _ Sistema de Informação para o Património Arquitectónico. GOSTARAM? ...eu curti á brava por levar os amigos a pedalar por estes Locais de Culto :) Não vou repetir esta fantástica Rota..... a Proxima é PONTOS ALTOS DE LISBOA...Já estão a imaginar por onde vamos passar..... Sim, por ai tambem..mas APARECE para te surprenderes A data?.... Também andamos à procura ...Queres Sugerir ?



"Graffiti São letras nas paredes, é a caligrafia, é ver as cenas escritas, é ver os tags. é o dia-a-dia. É ver as cenas novas que estão a girar, é apanhar o metro todos os dias e ver os tags novos que foram feitos nos túneis ou nas estações. é estares activo, é pintares e fazeres as tuas cenas como fazes sempre: vais pintar uns comboios, metro, mandas uns tags...Depois , há todas aquelas cenas pelo meio que podem não pareer graffiti, mas estão ligadas: é a cultura, é estarmos todos juntos, é sermos uma crew,

'La cultura"
(Writer HEL, entrevista concebida à revista Hip Hop Nation, nº 19 , edição portuguesa) _Tirada do livro "Porque Pintamos a Cidade" de Ricardo Campos editado pela Fim de Século.
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Visitamos algumas obras extraordinárias de :
BackyardViolantAka Coreone_HedofRan e KlitInteresni Kazki, Parisone, Lata 65, Rostos do Muro Azul, Alameda das Forças Armadas, Galeria da Calçada da Gloria.... e outros...

Vai também a Rota da Arte Urbana 

e claro ..tens que passar pela super Revista GAU ... de onde também andamos a recolher muita informação!


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  Breve Glossário tirado do livro de Ricardo Campos_ Porque  Pintamos a Cidade?

Bite- O mesmo que plágio. Poderá ser um plágio de um tag, de um nome para uma crew ou de qualquer elemento estilístico claramente identificado como pertencendo a alguém.

Bombing- Graffiti de natureza ilegal. No entanto , é comum distinguir entre street  bombing  (ou bombing de rua) e train bombing (ou bombing em comboios.

Bubble style - Estilo de graffiti, arredondado, que se assemelha a balões da pastilha elástica, muito utilizada para throw ups.

Crew - Um grupo de writers que pinta em conjunto, formado uma equipa que adopta uma sigla que a identifica no meio.

Cross - Passar por cima de um graffiti existente, fazendo outro grafiti. Quando um graffiti existente é danificado com riscos ou tags, a expressão também se aplica, e poder-se-á dizer que "foi crossado" ou " levou cross".

End-to-end -  Conjunto de panels que ocupam a carruagem ou o comboio de uma porta a outra. Poderá ser um único graffiti, com a mesma altura de um panel, mas que preencha todo o comprimento da carruagem.

Graf - Abreviatura de graffiti.

Tag- É o pseudónimo de writer , o nome que este adopta no meio. O termo tag aplica-se também à assinatura ("fazer um tag ").

Tagar - Espalhar um tag.

Hall-of-fame – Grafiti realizado, na maior parte dos casos, em paredes legais ou pouco expostas. Resulta numa execução de grandes dimensões e com maior complexidade pictórica.

King- writer experiente que atingiu um patamar na hierarquia como resultado da qualidade e impacto do seu trabalho.

Lettering- graffiti composto por letras.

Masterpiece- Designação para um graffiti de grande qualidade.

Missão- Termo utilizado para designar o ato de fazer graffiti de forma arriscada, potencialmente perigosa, que está usualmente associado á pintura de comboios, metro ou bombing de rua em locais difíceis.

Piece- uma obra de graffiti.

Silver- Graffiti geralmente composto por um tag cujas letras são todas preenchidas em cor de alumínio/prata.

Spot- local onde o writer pinta (ou local potencial para execução de um graffiti).

Stencil- molde recortado em cartolina, radiografia ou outras materiais, de maneira a criar formas pré-definidas. Encostando esse molde a uma superfície e passando spray por cima, ficamos com as formas subtraídas à cartolina, pintadas na parede. Ideal para fazer em superfícies pequenas, é rápido de executar e permite também reproduzir o mesmo desenho em vários locais.

Stickers- autocolantes com informação gráfica, feitos manualmente ou em computador, contêm algo ou no seu grafismo que identifica seu autor. Podem ser tags, tags escritos em letras de impressão, desenhos, ou qualquer outro tipo de elemento. Estão muito associados à street art ou pós-graffiti.

Street art - Street art ou pós-graffiti é um conceito recente e ainda bastante em aberto. Uma intervenção feita na cidade, principalmente à base de stickers, stencils, posters ou até através da colagem de azulejos. A fronteira entre graffiti tradicional e a street art acaba por ser bastante ténue.

Throw up- poderá ser um graffiti inspirado no estilo bubble, preenchido ou não. Quando preenchido, normalmente, não usa mais do que duas ou três cores. Outra definição aponta para qualquer tipo de graffiti que viva só de contornos e não esteja preenchido.

Top-to-bottom- Graffiti em composição ferroviária que ocupa toda a carruagem. A partir do momento em que atinja todo o comprimento da carruagem, mantendo a altura, ganha a designação de Whole car.

Whole car-Carruagem pintada de cima a baixo, de ponta a ponta.

Whole train- comboio pintado de ponta a ponta.

Writer - Alguém que pinta a aerossol, de acordo com uma série de regras e convenções, sendo, portanto, reconhecido como membro de uma comunidade que faz graffiti.

Yard - Parque de estacionamento para material ferroviário circulante. Muitos destes parques possuem hoje elaborados sistemas de segurança, vedações, câmaras de videovigilância, vigilantes, cães, sensores, etc. Na maioria dos yards, construídos atualmente, a própria arquitetura dificulta a pintura, com torres de controlo em posições estratégias, estando já implantados sistemas eletrónicos de segurança mais avançados.


BOAS  Pedaladas
E.

Que fenómeno é esse da competição e da procura louca da posição de destaque, em que a glória súbita se afasta da igualdade e da dádiva?

Na “Seleção natural de espécies”, segundo alguns teóricos nomeadamente o nosso Charles Darwin, consta que o mais adaptado sobrevive perante as arrogâncias da natureza, e define-se o ser humano como um ente que quer sempre lutar e vencer, conquistar território e dominar, e onde a solidariedade e o companheirismo são um miasma que a minha emoção recusa compreender!

Que ilusão essa narcisística da recorrente luta pelo titulo de campeão que nada de mais faz que nos dar a falsa sensação de grandeza e aceitação social apontadas num rascunho efémero e passageiro!


Há uma fúria primitiva que me persegue sempre que sou ultrapassado e que me impele a competir!..

Naquele  dia, deviamos ainda estar na Primavera, rodava na Avenida João XXI e confrontei-me com o J. P. no vermelho da Avenida de Roma!

... não me viu, porque a sua concentração na primeira linha dos carros a aguardar verde estava focada em manter a sua clássica bicicleta na vertical e tranquilamente estática, daí nessa abstração não me ver.

Gostava de ter aquela habilidade - pensei eu -.uma segunda-feira destas terei que ir a um treino aberto de Bike Polo para iniciados!.. Deve ser interessante! - continuava eu a pensar enquanto o olhava, e nestes pensamentos não tinha aproveitado o momento em que num cruzamento todos os carros estão parados!..

Momento único e rápido esse, conhecem?
São alguns segundos de pausa no trânsito de ambos os lados, em que só temos que acautelar as motas que venham de trás lançadas quando um dos lados muda para verde!

Para mim aquelas habilidades eram resquícios do seu Bike-Polo! Já me tinha deparado com outros ciclistas naquelas artes circenses!

...Mas  naquele momento tinha um problema!
Ia no mesmo sentido que ele e com muita pressa!! Sabia que não se ultrapassa um ciclista daquele calibre sem mazelas.
Então lentamente cumprimentei-o, mantive durante alguns segundos uma conversa de circunstância, perguntei-lhe pelo percurso mais recto para a Duque de Ávila (farto de saber qual era! ...iria para o Velocitá Café?) e disse lhe até logo... Rapidamente senti, vindo da retaguarda, uma forte trepidação de pedaleio galopante... O J.P. não esteve de modas e ultrapassou-me, e eu claro, tirei-me de diplomacias e tornei a ultrapassá-lo...
Depois foi um tal alucinante ultrapassar-mo-nos entre carros e sinais vermelhos que rapidamente nos encontrava-mos no lugar por mim indagado!... E a bafejar despedi-mo-nos sorrindo...
Aquele foi de facto o meu primeiro Alleycat a serio!

Há uma fúria primitiva que me persegue sempre que sou ultrapassado e que me impele a competir!..

 alleycat! Que infantilidade a minha!

Naquele principio de tarde de primavera com o J. P. aconteceu o mesmo que acontece quase sempre em todas as situações semelhantes e em qualquer estação do ano!

Nestes duelos se não houver joelhos rasgados pelo alcatrão surge sempre algo inesperado, que é a exultação extrema vinda do mais fundo, mesmo perdendo! Conhecem? Vale a pena experimentar

Tudo isto mais se empola quando monto uma bicla rápida. A raiva no pedaleiro é constante nessas andanças urbanas!

Mas o que numa primeira análise parece errado e até inconsciente tem-me posto a refletir.

Cheguei à conclusão que o Alleycat é a melhor das atividades desportivas (exercício) e de locomoção que o ciclista pode fazer na cidade em beneficio da segurança.

É aparentemente arriscado, mas não é! ...para quê essa risadazinha caro amigo leitor?

Então reparem… Vou expor a coisa! :)

Muito perigoso é andar devagar no meio do trânsito agitado sem temer terceiros quartos e quintos. Ou melhor, tudo e todos! Assusto dizer isto?

A cidade fica segura para o ciclista se este andar por ruas e vielas estreitas e de pouco transito. Se pedalar por vias com o máximo de duas faixas ou atentamente na pistas cicláveis que a edilidade nos oferece... Disse atentamente sim, escrevi.

Se me permitem a dica, é sempre conveniente procurar os percursos onde se pode andar de guardas em baixo e tranquilamente! Mas se quisermos atravessar a cidade rapidamente, sem os atrativos da deambulação e da contemplação, teremos que usar todas as vias quer sejam largas, estreitas, de farto ou suave transito. Nesse caso a lentidão é inversamente proporcional à SEGURANÇA.

E como o nome da mítica corrida de estafetas indica (Alleycat) seguindo com a astúcia e a agilidade de um gato pelo meio do transito é como seremos mais eficazes na condução e conscientes nas opções.

BOAS PEDALADAS
 Ass. Um tipo que gostava dee ser  Gato  :)








Rota pelo Lado de Lá para o Lado de Cá, realizada a 18 de Novembro de 2017

Foi uma pedalada de Despedida do nosso Amigo Stanislav Kazecky como Embaixador - sim, conheceram-no em muitos dos nossos passeios!


Foi uma rota experimental e de grande pedalanço, que se pretendeu de Agradecimento a um nosso GRANDE Amigo que nestes últimos 4 anos muito nos apoiou nas bicicletas, nos patins e no sonho de uma Pista de Gelo para Portugal.
Em Belem deu-se o primeiro encontro para este périplo marginal pelas margens do Tejo... E claro, eu e o Stanislav fotografámos e fomos fotografados ao lado de belas chinesas!

Antes de partir para a pedalada turística até Cacilhas estivemos em amena conversa com o Carlos Alhos, outro entusiasta dos nosso passeios culturais e experimentais de investigação urbana  :)


A travessia, como imaginam, foi muito retalhada, repartida, desencontrada. Uma vez que os Cacilheiros ainda não estão preparados para acolher mais do que 4 ciclistas por cada viagem!

O funcionário de serviço teve que ser esclarecido a nosso pedido pelo seu superior, explicando que uma Brompton dobrada não é uma bicicleta mas uma bagagem...
Vá lá... Éramos 14...
Reparem no tempo que teríamos que ficar à espera se não houvesse dobráveis, nem ciclistas simpáticos que esperavam e que para não dividir o grupo deram-nos o seu lugar...
Obrigado onde quer que estejam agora pedalar  :)


Claro que o Miguel Macedo não resistiu a expressar a sua indignação numa folha de reclamação!

Depois da tormentosa viagem marítima subimos por Cacilhas para o planalto do lado de lá, e quase não saímos dele a não ser na divertida descida no final da belíssima Nacional que nos leva ao centro da Trafaria.

Mas vamos por partes!
 
Já tinha saudades da velha Cacilhas e da Histórica Almada. Nomeadamente do castelo, da Fonte da Pipa,  de alguns jardins, monumentos e do casario enraizado.

E quase sem haver separação, mais à frente passamos na lindíssima Vila do Pragal, onde conhecemos a casa onde viveu Fernão Mendes Pinto, um mentiroso não tão exagerado quanto eu!...Bom o meu nome é Eliseu Pinto ...Topam ? :)
Quem me acompanha há 7 anos nestes passeios sabe que digo muitas vezes aos amigos quando os vejo com os olhos esbugalhados e a saltarem lhes das orbitas indignados!..."Já não se sobe mais" ou "A pior subida foi esta". E depois é Mentira!  :)

Subir ao Castelo  de Almada ?....!
  Mas se.....Lá bem ao fundo depois do "Atira te ao Rio" tinhamos um elevador!
Pois...
Mas.... E o prazer de contornar obestáculos com esforço? :)
As cidades também são bons ginásios fechados e sem mensalidades,  com  o Céu como tecto e de paredes muito interessantes! .:)
Mas adiante...

Fizemos uma visita ao aglomerado desta bela Vila Histórica (Pragal) com alguns vestígios arquitectónicos dos séculos XVII e XVIII, mas muito pouco conhecida e que está aqui tão perto, não é? É mesmo um local encantador. Visitem -no.

E mostrei um segredo... 






De lá temos acesso a um monumento que os Lisboetas estão sempre a ver e onde raramente vão.
- Algum Alfacinha hoje em dia vai ao Cristo  Rei abraçar Lisboa do outro Lado? Nós fomos  :)

Há quantos anos estiveram lá a ultima vez? Recordam-se?  :)


Devo salientar que há uns 3 anos tive o privilegio de conhecer um engenheiro já bastante velhinho que me falava com orgulho desta obra que ele executou.
Foi em 1952 que a empresa Obras Públicas e Cimento Armado (OPCA) começou a construção dos alicerces.

De salientar que esta construção foi realizada através de um "sistema de cofragem especial".
Estávamos a introduzir nas nossas obras publicas os chamados "moldes viajantes", em que o andaime é a própria estrutura, que recolhe o betão.

Sim...

E os Lisboetas foram vendo crescer lentamente, camada após camada, o pedestal que iria glorificar o Cristo Rei Redentor que um dia (em 1934) numa visita ao Rio de Janeiro impressionou o então Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira. Foi ele que sugeriu a copia do morro do Corcovado :)
Em 17 de Maio de 1959 (Dia de Pentecostes) Lisboa ficou abençoada com a inauguração deste monumento de 40 mil toneladas de betão que com a ponte 25 de abril assina a imagem de Lisboa.

O trabalho minucioso da escultura é de Francisco Franco de Sousa  e o pórtico é um projecto do arquitecto António Lino.

À entrada e à saída da ascensão lá acima por elevador observamos a Obra ímpar do Mestre Luís Cunha.

Outras surpresas houve que não conto.

No final de tremenda pedalada tivemos um delicioso almoço na Trafaria (almoço Manuel da Gorda) 14.00 horas.

Enquanto alguns amigos ciclistas se acomodavam no pitoresco restaurante, os menos esfomeados foram fazer mais um grande esforço e subir para visitar a Antiga Fortaleza Militar com os canhões e com vista para a entrada do Porto de Lisboa.

Local inacreditável...


Depois Stanislav Kazecky, convidou-nos a conhecer a nova "Residência Privada no Segundo Torrão".

Afinal muda-se de uma majestosa mansão no Restelo para uma modesta casa clandestina, algures num dos mais belos locais do lado de lá!

Um local delicioso que não podem contar à Madona!  :)

Bom... 100 palavras.









PRÓXIMO PASSEIO - PONTOS ALTOS de Lisboa - 17 DEZ 2017

OBS: Este super cartaz foi executado pelo arquitecto Anton Kharchenko


SAUDAÇÕES DESPORTIVAS


A configuração física do Espaço Publico Urbano condiciona sem duvida a afeição social.
Estamos todos de acordo que há um inexorável relacionamento entre a forma urbana e o uso do espaço publico.

-Vão fazer essa obra..? - Não acredito!...
-O quê? vão demolir o....?
-É assim que vai ficar... ?...
ou
- Não fizeram o....?...
- Não fizeram ...a....?
Tropeçamos muita vezes no nosso caminho em observações destas!

É inconcebível quando alguma obra pública que podia ficar excepcional, por tacanhez, ignorância ou até por presumível corte no erário público, vira desilusão.

Outras que, fruto da promiscuidade de algum poder político com grupos económicos pouco escrupulosos, vêm o seu custo transformado num exponencial crescente elevadíssimo!
De acordo com a imprensa foi o que aconteceu com muitas das grandes obras que conhecemos!... não é assim?
Oxalá não seja!
Que opção é essa de fazer o mais fácil em detrimento do mais complexo?
Mas que seja organizado!.. Agora não é a imprensa que diz, sou eu que afirmo.
Optar pelo económico ou pelo mais expressivo quando os benefícios são na proporção inversa do baixo custo sai sem duvida CARO!
........carregar a fundo ora num pedal ora no outro e sentir aquele movimento redondo sobre um eixo que por magia faz passar as imagens da cidade por dimensões quase cósmicas, e senti-la na indolência nocturna próxima do negro e ao mesmo tempo brilhante!.

. A NOITE URBANA é sempre  BRILHANTE (sorriso!) ...mesmo sem chuva.
.... e todo esse passar de imagens rápido e feroz vindo de todos os lados e indo para baixo de nós, ....porque é aí que temos a atenção e as rodas como prótese do nosso corpo!...
Se habitualmente tem uma uma bicicleta debaixo de si sabe do que falo!

As luzes e os reflexos da cidade acompanham-nos como os nossos cães fieis.
Todos os reflexos de todas as luzes se unem para formar uma passadeira móvel.
Com a velocidade desaparece a resistência ao movimento!
No século passado já o senhor Albert Einstein nos tentava explicar que a massa e velocidade estigmatizam a energia!

Lamento sempre o demasiado peso da ignorância da Física que sempre transportei! Mas sinto quando um corpo se associa a uma velocidade ...e quanto menos atrito tivermos, tanto melhor!
A essa conclusão cheguei por experimentação! (sorrisinho cínico!)
.....deparar com esse bem definido cenário em formato 3D que surge, e como que se planifica para se esmagar no tapete de rolos que se estende no plano onde a ergonomia da bicla nos propõe colocar os olhos.
Sim, isso, no alcatrão.

Porque não coloriram o alcatrão? Podia ser rosa, verde, azul?....!
Ou com tramas estudadas com muita imaginação por criativos!..
Só pensamos em tratar as fachadas dos prédios e outros cenários públicos,  porque automobilistas, ciclistas de Bromtpton (por os motivos óbvios!) e peões, andam com o nariz arrebitado e com os olhos postos no horizonte !...
Esquecem-se dos ciclistas mais radicais, os que por condicionantes da velocidade gostam de andar dobrados sobre os quadros.
E esquecem se também dos tímidos e envergonhados, dos que olham para o chão e como passatempo pontapeiam as pedras das calçadas! Esses cidadãos é evidente que merecem também um cenário urbano e não um quadro negro!
A calçada, apesar de permeabilizar o pavimento, é irregular. E os seus fantásticos efeitos decorativos só são observados de muito alto e de longe.
Sem recorrer ao postal ilustrado e sem subir a um 5º andar, fale-me dos motivos decorativos da nossa calçada na Praça dos Restauradores, vá?...Pois, são magníficos mas pouco curtidos! (sorrisinho maroto!)
Imaginam por onde deambulam os peões quando, num passeio com calçada, está a passadeira vermelha do ciclista?
Por aí mesmo, por onde a sola do sapato agradece!
+ uma questão... A quem deve ser roubado o espaço do nosso tapete rolante? Ao peão ou ao automóvel?
Um dia divagaremos sobre isso, prometo.(ou melhor vamos divagando)
O grande arquitecto Finlandês Álvaro Aalto em Paimio (1929-19333) propunha tectos decentes para os acamados quando projectou o sanatório.
Para onde mais olha uma pessoa deitada?...para a janela ou para o tecto? ....  :)

Não estou numa bicla estática, dessas de ginásio!... O que terei ingerido para confundir o alcatrão com esses rolos dinâmicos que sempre me constrangiram? Um dia experimento o "bicicling". De certeza que já o praticaram. Eu não, nunca me motivou!
Dizem-me que é como entrar para uma discoteca carregando “a tipa” e no meio da pista pedalar como se num velódromo estivéssemos! E ainda com alguém que nos berra e com musica altíssima...

Até agora tem sido uma experiência castrada!
.........há já largos minutos que venho mantendo aquela velocidade, e sei que ela me está a transportar aos momentos de tranquilidade onde o esforço como que por magia se torna volátil e anestesiante...
Não entrou aqui nenhuma substância senão as que a nossa matéria sabe libertar quando surge o cansaço...
É a anestesia produzida pelos organismos do nosso inteligente corpo!
!
Os pensamentos que nos invadem quando pedalamos...! Uff
Que elementos estes que se estruturaram e que se compõem para formar um ciclista?
Este inconformado velocipedista que vos escreve, apesar de exigir sempre que as suas montadas sejam belas, teve sempre o cuidado de nunca as classificar como adornos.

Sente-as mais como extensões do corpo, e com o acumolar de kms e toda a mistura entre excelência e incongruência, atrevo-me a referir que se dissipam estas e todas as inconformidades!
É nesse ponto que surge a bicicleta com um prolongamento do ser... Humano, entenda-se.
E, como já referi, não tomei mesmo nada, mas uma sovina já ia! (sorriso!)

Quando atravesso  cidades sentindo a velocidade para além dos motores e unicamente com o esforço (em patins de linha!) sinto essa potência saída de dentro em direcção à flor da pele e aos poros.
Será que há uma rede em forma de estrutura de árvore que injecta essa nossa eficácia do interior para os objectos exteriores que nos estão apensos? ...Skaters, inline, bicicletas de toda a ordem... Ou virá simplesmente de uma vontade vital motivada pelo prazer, a motivação e a excitação?

.....já passaram varias horas desde a meia noite, o jantar foi há muito, e aquelas luzes amareladas muito concentradas indicam sem duvida os sabores saídos duma roulote. (Para quem não sabe em Lx as roulotes estão abertas até tarde e vendem bebidas e comidas).

Com os molhos saídos do cachorro para o solo, reparei que aquele mesmo solo, apesar de estar no meio da rua e afastado da edificação circundante, nunca apanha chuva!
Que espaço é este? É interior, exterior?
É rua, é casa, edifício publico, tem cobertura mas não é para proteger!.. Grandes pilares esses que sustentam uns tabuleiros por onde correm viaturas de um século de desenvolvimento, os automóveis.
Nunca tinha estado por dentro daquele "aqueduto" de automóveis em frente ao Jardim Zoologico!
Que cidades fizemos com base neste veiculo transportador saído da utilidade e da futilidade do gosto?
Perdão, foi PROVOCAÇÃO.

O gosto é saído da inteligência e da emoção e só aparentemente é fútil, porque pode não existir mas aí ficávamos irracionalmente parados no tempo.
Não se exultando o GOSTO não existia a matemática que é bela e perfeita!
Bom seria extinguir todos os criadores que para além do gosto não usem o bom senso e a cooperação! Os vaidosos da criação sem humanismo!

Foi um à parte.
Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco
tem por baixo a pista de gelo sintética

Se alguém grita mais uma bicicleta menos um carro... Será que ela pode substituir tudo o que essa viatura tem para dar?
Os Holandeses acreditam que sim... Levam filhos à escola em dias de chuva e sempre bem vestidos...
Quando passei para a bici em uso diário, abandonando todos os outros meios de transporte, senti que havia muito a fazer na adaptação a tal atitude... Mas os hábitos modelam-se, e até se adaptam e transformam-nos.

Ter prazer e manter o estatuto é que se torna difícil!
O que é um facto é que o automóvel modelou-nos e definiu a cidade.
Sabemos que a cidade será um dia outra, mas um século de exigências de tal veiculo deixou réstias de rastos de difícil dissolução..
..... e aí estava eu, ás duas da manhã, com um cachorro quente na mão e abrigando as minhas estranhas dúvidas urbanas no viaduto... A nossa cidade tem muitos mas quase não nos apercebemos porque passamos e eles e ficam por baixo, ou então passamos ao lado.

Pela primeira vez, de um modo consciente, estava estático mesmo por baixo de um.
Mas que dimensão tão ampla entre pilares.

São incalculáveis as vezes em que telefonei ao meu paciente orçamentista a interroga-lo como vencer vastos vãos para albergar uma sonhada pista de gelo, sem grandes despesas de sistematização construtiva!
E naquele momento encontrava-me inadvertidamente por baixo de uma super e mega estrutura desaproveitada! a noite iluminou-se, era a maçã na nuca a dar me a ideia que muitos já devem ter tido!

Que grandes superfícies estupidamente brancas apareçam criativa mente grafitadas, parece-me bem.
Que grandes escadarias sejam pistas de escorrega nos corrimões para skaters e patinadores, parece-me bem

Que dezenas de bancos em largos onde ninguém se senta nos largos descampados e descaracterizados que o Zooning vindo do movimento Moderno promoveu, sejam trampolins de salto, parece-me bem.
Que nas superfícies inferiores, por baixo dos viadutos que atravessam a nossa cidade se construíssem pistas para vários tipos de desportos e de cultura, como rampas para Skaters, Patins e BMX, ou anfiteatros, parecia me muito bem!

                Ou então muitos campos de Basketbol, de Hóquei ou de mini golfe, parecia-me excelente!
Dia da inauguração da pista de Gelo Falso
Este texto que caiu agora foi o GRITO da grande frustração, quando este vosso amigo se apercebeu que por baixo do vigoroso corpo do excitante projecto do Centro de Cultura Contemporâneo que se inaugurou em Castelo Branco IA HAVER UMA PISTA DE GELO... MAS DE GELO SINTÉTICO.

Ainda por cima alguns patinadores fanáticos receberam o convite para ir incentivar a população no dia inaugural.

Promover numa falsidade?
)

O imóvel tem o grande auditório todo sustentado por uma grande estrutura metálica, que desse modo cobre uma pista que poderia e deveria ter sido de gelo mas que ficou de gelo sintético, ou melhor criou-se uma pista verdadeira para uma FALSA PISTA!

Até à altura em que comi o cachorro e engoli a desilusão, não tinha pensado no desperdício de espaço por baixo de um viaduto urbano.

Mistérios de Lisboa_ está a ver lá ao fundo?
Uma pista de gelo de verdade é sem duvida muito, mas muito mais dispendiosa que uma de material sintético.

Quem for experimentar uma sintética nunca irá saber nem conhecer as possibilidades de se divertir, de enaltecer-se e desenvolver a destreza, e de progredir com facilidade!
Pena!

Esteve este Verão exposta uma Exposição de Arquitectura Parisiense junto à ciclovia da Avenida Duque de Ávila.( estavamos em 2013, parece-me!)

Com a Trienal de Arquitectura começamos a perceber que nasce o desejo desta ciência humanista sair do seu pedestal e vir ao encontro de toda a população, que com ela querem compartilhar os seus objectivos. Claro que cada um vê mais facilmente tudo o que já está para cá dos seus sonhos.

E, no meu caso dei por mim varias vezes a parar nos painéis do espaço do Complexo Desportivo na Rua Edouard Pailleron em Paris.
Trata-se de um uma sensível intervenção de reabilitação, valorizando o património arquitectónico existente com o projecto de umas piscinas e pista de gelo, que permite aproveitar as trocas térmicas entre dois equipamentos complementares.

E esta heim?

Sugestão Urbanistica...ou destruir os viadutos que rasgam a harmonia das nossas cidades ou conserta-lo humanizando-o , sobretudo por baixo :)

Boas Pedaladas, diurnas ou nocturnas.

Eliseu/BiclaLx_ 2013